PERFORMANCE

Vem… pra ser infeliz [2017]

Foto: Luiza Palhares

Em “Vem… pra ser infeliz” o corpo negro é exposto de forma extrema à reprodução da representação estereotipada de sua imagem. Este corpo que é lembrado anualmente de forma hipersseuxalizada como símbolo do Carnaval, no trabalho de performance, explora e expõe em palavras a valorização contraditória e deturpada deste corpo.

Ao som de enredos de escolas de sambas tradicionais do carnaval do Rio de Janeiro, a artista samba ininterruptamente até a exaustão, utilizando uma máscara de Flandres, objeto comumente utilizado no período colonial para tortura de pessoas escravizadas.


Come… To be unhappy [2017]

In “Come … to be unhappy” the black body is exposed in extreme form to the reproduction of the stereotyped representation of its image. This body that is remembered annually in a hypersexualized way as a symbol of Carnival, in the work of performance, explores and expound in words the contradictory and distorted appreciation of this body.

To the sound of the traditional sambas schools of the carnival of Rio de Janeiro, the artist samba uninterruptedly to exhaustion, using a mask of Flanders, object commonly used in the colonial period for torture of enslaved people.